
Calmaria e Vendaval
Djavan
Dualidades e busca por sentido em “Calmaria e Vendaval”
Em “Calmaria e Vendaval”, Djavan interpreta uma canção que explora as dualidades presentes na vida, como tranquilidade e turbulência. A alternância entre "calmaria e vendaval" simboliza os altos e baixos da existência, mostrando uma aceitação madura de que serenidade e desafios caminham juntos. A letra reforça essa ideia ao apresentar pares opostos, como "passarinho e águia brava" e "brisa mansa e temporal", destacando que a experiência humana é marcada por constantes oscilações entre momentos de paz e de conflito.
A música, composta por Toquinho e Vinícius de Moraes e gravada por Djavan para a novela "Fogo sobre Terra", ganha ainda mais profundidade ao se relacionar com os dramas dos personagens Pedro Azulão e Chica, que também enfrentam conflitos e buscam sentido em suas vidas. O questionamento "Como é que tem quem vive / Sem ninguém por quem morrer..." aponta para a importância dos vínculos afetivos e do propósito, sugerindo que a vida só se torna plena quando há algo ou alguém pelo qual vale a pena lutar. Imagens como "Se uma reta tá no céu, / Uma curva tá no mar" ilustram que, além dos caminhos previsíveis, a vida é feita de incertezas e desvios. Por fim, a frase "Só não se acha saída / Quando a morte vem levar" traz uma visão serena sobre os limites da existência, reconhecendo que, para todos os dilemas, há sempre uma solução possível, exceto para a morte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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