
Sevilhando
Djavan
Identidade e ancestralidade em “Sevilhando” de Djavan
Em “Sevilhando”, Djavan cria um termo próprio para expressar a fusão entre Sevilha, na Espanha, e Alagoas, seu estado natal. Essa junção simboliza a mistura de influências culturais e musicais que marcam sua trajetória. Quando Djavan canta “Andaluz é o mar / E o negro nosso trigo”, ele destaca a presença da ancestralidade africana e da herança moura tanto na música nordestina quanto na andaluza, mostrando como a identidade cultural é formada por múltiplas raízes. O verso “Mas Sevilha plantou / Na Alagoas nata / Um fiel servidor” faz referência à experiência pessoal do artista em Sevilha, onde sentiu uma forte conexão com sua ancestralidade, influenciando sua música e visão de mundo.
A letra também aborda temas universais como amor, coragem e espiritualidade. Ao afirmar “E só é inteiro / O que aclama / Toda forma de amor”, Djavan defende a aceitação e celebração da diversidade afetiva, sugerindo que a plenitude só é possível ao abraçar todas as formas de amar. A reflexão sobre a vida aparece em “Nada mais é a vida / Que sede de um grande império / Deus é quem dá o caminho / Mas as pernas são as suas”, ressaltando a importância da responsabilidade individual diante dos desafios, mesmo reconhecendo uma orientação divina. Por fim, a escolha entre “sândalo”, “camomila”, “lavanda” ou “vanila” para “enfrentar o viver” sugere que cada pessoa pode buscar diferentes formas de conforto e força para lidar com as adversidades, valorizando a pluralidade de experiências e caminhos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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