
Sonhar
Djavan
Esperança e resistência em "Sonhar" de Djavan
Em "Sonhar", Djavan utiliza a ideia do sonho como uma resposta ativa aos tempos de guerra e medo. Ao afirmar "sonhar é insistir que a manhã virá", ele sugere que manter a esperança é um ato de resistência diante das adversidades. A referência à guerra, que "encerra" e destrói sonhos, amplia o significado da música para além do individual, conectando-a a questões sociais e políticas. O verso "Vidas, quantas levas se perderam / E se perderão?" destaca a preocupação do artista com as perdas humanas causadas por conflitos, convidando o ouvinte a refletir sobre o impacto coletivo da violência.
A canção também valoriza o sonho como um espaço pessoal e protegido, como mostra o trecho "Sonhar faz bem / E não é da conta de ninguém". Djavan defende o direito de cada um de sonhar, mesmo em um "mundo doido", e apresenta o sonho como fonte de força e refúgio. O verso "Sonhar é saber / Interceder sem interferir" aponta para uma postura madura, em que é possível desejar o bem e agir de forma positiva sem impor vontades aos outros. No final, ao dizer "Declinando quem / Não quiser sonhar", Djavan reconhece que sonhar é uma escolha individual, mas reforça que, para ele, sonhar é fundamental para enfrentar e transformar a realidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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