
Creu da Vizinha
Banda Djavú
Duplo sentido e irreverência em “Creu da Vizinha”
“Creu da Vizinha”, da Banda Djavú, destaca-se pelo uso criativo do termo “créu” como onomatopeia de duplo sentido, que sugere tanto movimentos sensuais quanto faz referência direta ao ato sexual. Essa abordagem é típica do tecnobrega, que costuma misturar humor, malícia e situações do cotidiano em suas letras. A música utiliza frases como “pancadinha, pancadinha, pancadinha! Ai, um tapinha! Créu!” para criar um clima de festa, sedução e descontração, sempre com um tom leve e brincalhão.
O refrão reforça a ideia de encontros ousados com a vizinha em diferentes cômodos da casa, usando expressões como “vou te pegar no créu” e “nós vamos quebrar a cama, mesa safadinha”. Essas passagens deixam claro o teor sexual da música, mas tudo é apresentado de forma divertida, sem apelar para a vulgaridade. A repetição de frases como “Êta, nega maluca! Êta, nega safada!” contribui para a construção do estereótipo da vizinha provocante, enquanto a batida animada convida o público a dançar e se divertir. No geral, “Creu da Vizinha” celebra a irreverência e o bom humor, características marcantes tanto da Banda Djavú quanto do tecnobrega.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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