
coração gelado (part. Tz da Coronel)
Djonga
Vulnerabilidade e defesa em "coração gelado (part. Tz da Coronel)"
"coração gelado (part. Tz da Coronel)", de Djonga, aborda o dilema de quem tenta se proteger emocionalmente, mas acaba se machucando mesmo assim. O verso “coração gelado e duro e um pentão pro alto” mostra como o personagem constrói uma barreira emocional após decepções, usando a frieza e a postura defensiva – simbolizada pela arma – para evitar novas feridas. No entanto, a repetição de “hoje eu caí no conto, no seu papo, menina, eu caí no conto, fiquei um caco” revela que, apesar dessa proteção, ele ainda é vulnerável à dor da traição e do engano.
Djonga utiliza metáforas para falar sobre desilusão amorosa e sobrevivência em ambientes hostis. Quando diz “Aprendi a lamber as ferida, porque de onde eu vim não tinha Mertiolate”, ele destaca a necessidade de aprender a lidar com a dor sozinho, sem apoio externo, reforçando a ideia de resiliência. Tz da Coronel acrescenta a visão do desapego extremo, como em “Seja bem-vinda à vida louca / Seja bem-vinda ao mundo caos / Onde eu vou te trocar por outra / Antes que se repita igual”, mostrando um ciclo de relações descartáveis e a tentativa de anestesiar sentimentos com festas, drogas e violência. A música expõe o conflito entre o desejo de se proteger e a inevitável dor de se envolver, usando uma linguagem direta e urbana para retratar a realidade de quem precisa ser forte para sobreviver.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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