
Ludmilla
Djonga
Referências femininas e afeto cotidiano em “Ludmilla”
Em “Ludmilla”, Djonga vai além de uma simples homenagem à cantora homônima. O nome da música serve como símbolo de uma mulher multifacetada, construída a partir de referências a figuras femininas marcantes da cultura pop brasileira e internacional. Ao mencionar nomes como Rochelle, Sheila Carvalho, Gabriela, Anitta, Naomi Campbell e Sônia Abrão, Djonga cria uma personagem composta, que reúne sensualidade, força, beleza, presença e até traços de personalidade considerados difíceis, como ele brinca ao citar Sônia Abrão. Cada referência traz uma característica específica, formando uma mulher idealizada, mas também real, cheia de nuances e contradições.
A letra mistura humor, sinceridade e um tom descontraído para abordar relacionamentos, desejo e admiração. No trecho “Ela é minha Beyoncé / Calcinha de onça e / Pra mim só falta o capital do Jay-Z” (Ela é minha Beyoncé / Calcinha de onça e / Pra mim só falta o dinheiro do Jay-Z), Djonga faz uma comparação divertida entre o glamour do casal pop internacional e a realidade do casal retratado, usando autodepreciação e ironia. O refrão “Nega / Somos só nós dois / Me dê a mão e vamos só nós” reforça a ideia de cumplicidade e exclusividade, mesmo diante das imperfeições. No final, Djonga deixa claro que, apesar dos altos e baixos, o sentimento é verdadeiro: “E se o tempo passa e isso acaba / Saiba, eu amava você / Saiba que eu amo você”. Assim, “Ludmilla” celebra as mulheres e o amor, reconhecendo suas complexidades e a beleza do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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