
UFA (part. Sidoka e Sant)
Djonga
Ironia e afirmação racial em “UFA (part. Sidoka e Sant)”
Em “UFA (part. Sidoka e Sant)”, Djonga utiliza a ironia já nos primeiros versos ao responder sobre seu ganho de peso dizendo que está “comendo dinheiro”. Essa expressão mistura ostentação e crítica social, mostrando como o sucesso financeiro no rap pode ser visto tanto como conquista quanto como motivo de julgamento. O verso “O capitão do meu time, não capitão do mato” reforça o orgulho racial e a recusa em aceitar papéis historicamente opressores. Além disso, a menção ao “capetão” e ao “contrato” revela a desconfiança diante de propostas que buscam explorar artistas negros e ironiza pautas conservadoras, como a “cura gay”.
O refrão, com pedidos por “licor” e “marrom” (gíria para maconha de alta qualidade), celebra o sucesso e a autoconfiança, dando um tom descontraído e festivo à música. Sidoka destaca a autenticidade e exclusividade de sua trajetória, ressaltando o valor de ser original e a inveja de quem tenta imitá-lo. Já Sant traz uma reflexão sobre o poder da palavra e a responsabilidade de quem escreve, incentivando o crescimento pessoal e a busca por luz mesmo diante das dificuldades. A colaboração entre Djonga, Sidoka e Sant representa a união de diferentes estilos e experiências no rap brasileiro, resultando em uma faixa que valoriza a individualidade, a superação e a importância de se manter fiel a si mesmo diante dos desafios do sucesso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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