
Até Que a Morte Nos Separe
DK47
Violência psicológica e controle em "Até Que a Morte Nos Separe"
Em "Até Que a Morte Nos Separe", DK47 utiliza a expressão tradicionalmente associada ao compromisso matrimonial para expor como ela pode ser distorcida e usada como justificativa para relações abusivas. A música é narrada do ponto de vista de um parceiro controlador, que alterna declarações de amor com ameaças e manipulação emocional. Frases como “Se tu não deu certo comigo, não vai dar com mais ninguém” e “Então se tu não vai ser minha, não vai ser de mais ninguém” deixam claro o ciclo de violência psicológica, onde o afeto serve de pretexto para o controle e a intimidação.
A letra também aborda críticas ao modo de vestir da parceira e à influência das amigas, evidenciando dinâmicas comuns em relações tóxicas, como o isolamento e a desvalorização. O trecho “Nunca vi mulher casada usar esses tipo de vestido” e a exigência de acesso às mensagens e redes sociais mostram o cerceamento da liberdade sob o disfarce de proteção. Ao citar a medida protetiva e a influência de amigos policiais, o personagem sugere um ambiente de ameaça e impunidade, ressaltando a gravidade da situação. DK47, assim, denuncia de forma direta comportamentos abusivos mascarados de amor, convidando o ouvinte a refletir sobre os limites entre cuidado e opressão nos relacionamentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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