
Nise da Silveira (part. Sid)
DK47
Crítica social e resistência em “Nise da Silveira (part. Sid)”
Em “Nise da Silveira (part. Sid)”, DK47 utiliza a figura da psiquiatra Nise da Silveira como símbolo de resistência à opressão e ao preconceito. A referência à luta antimanicomial de Nise se conecta à crítica mais ampla às estruturas de poder do capitalismo, mostrando que a transformação social exige coragem para desafiar normas injustas. O verso “Somos a revolução de Nise Silveira a Lutero” traça um paralelo entre diferentes figuras históricas que enfrentaram sistemas opressores, reforçando a ideia de que a resistência é um processo contínuo e coletivo.
A letra aborda de forma direta as desigualdades sociais e desmonta a ideia de meritocracia, como em “Meritocracia é conto de fadas pra marmanjo” e “Pobre de direita é igual a cachorro quando defende bilionário”. Metáforas como “canil” e “coleira” ilustram a submissão dos mais pobres aos interesses das elites. O texto também critica a manipulação midiática e a espetacularização da pobreza, evidenciada em “Eles tiraram nosso pão e só deixou pra nós o circo / A cena virou palhaçada, não vou fazer parte disso”.
Além disso, a música ironiza o uso da religião para justificar opressões, como em “Mas cuidado com esse povo que se diz religioso / Vai Te torturar de novo e Te chamar de comunista”. Ao longo da faixa, DK47 expõe como o poder é usado para silenciar vozes dissidentes e perpetuar privilégios, convocando o ouvinte à consciência de classe e à resistência coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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