
Os Mais Doces Bárbaros
Doces Bárbaros
Orgulho e ancestralidade em “Os Mais Doces Bárbaros”
A música “Os Mais Doces Bárbaros”, do grupo Doces Bárbaros, transforma um insulto em motivo de celebração. O termo “bárbaros”, usado de forma pejorativa pelo jornal O Pasquim para se referir aos músicos baianos, é ressignificado na letra como símbolo de força, inovação e alegria. O grupo assume esse nome com orgulho, marcando sua chegada à “cidade amada” de maneira irreverente e festiva: “Com amor no coração / Preparamos a invasão / Cheios de felicidade / Entramos na cidade amada”. Aqui, a “invasão” representa a explosão criativa e a energia positiva que os músicos trazem, respondendo com bom humor às críticas recebidas.
A letra também destaca a forte ligação dos Doces Bárbaros com suas raízes baianas e a espiritualidade afro-brasileira. Referências a “Peixe Espada”, “Doce bárbaro Jesus” e, principalmente, às divindades Ogum, Olorum e Iansã, reforçam essa conexão. A “espada de Ogum” simboliza proteção e coragem, enquanto a “benção de Olorum” e o “raio de Iansã” remetem à iluminação e transformação. O verso “Tudo ainda é tal e qual / E no entanto nada igual” resume a ideia de renovação: mesmo em lugares conhecidos, a experiência artística é sempre nova. Com tom leve e otimista, a canção se torna um manifesto de liberdade, alegria e resistência criativa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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