
Bruta Ansiedade
Dominó
Crítica à vida urbana e à saudade em “Bruta Ansiedade”
A música “Bruta Ansiedade”, do Dominó, aborda de forma clara o desconforto de quem troca o ambiente natural pelo caos da cidade. Logo no início, o verso “Acabo de chegar e já estou mal / Já quero me mandar” mostra uma angústia imediata, indicando que a adaptação ao espaço urbano é difícil e frustrante. A letra critica a artificialidade e a rotina monótona da vida na cidade, como em “Agora anda tudo escuro / Tudo tão normal / E sempre sem parar”, reforçando a sensação de sufocamento e a falta de vitalidade.
O refrão “É uma bruta ansiedade / Periga sufocar / O vento fica na saudade / Do ar” usa a imagem do vento e do ar para transmitir a falta de liberdade e o sufoco físico e emocional causados pelo ambiente urbano. O termo “bruta ansiedade” destaca o peso desse sentimento, sugerindo que a pressão da cidade pode ser insuportável. A saudade do “céu e o mar”, da “luz do dia do luar” e do “verde” reforça o desejo de reconexão com a natureza. No trecho final, “Eu qualquer dia desapareço / No meio da fumaça e dos faróis / E vamos todos nós”, a música amplia a crítica, mostrando que o sentimento de alienação e sufocamento é coletivo, atingindo todos que vivem nesse contexto. Assim, a letra vai além do relato pessoal e se torna um comentário social sobre os efeitos negativos da urbanização e da perda do contato com a natureza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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