Marinheiro Só
Dona Edith Do Prato
A Solidão do Marinheiro: Uma Jornada de Identidade e Deslocamento
A música 'Marinheiro Só', interpretada por Dona Edith do Prato, é uma canção tradicional do folclore brasileiro que aborda temas de identidade, deslocamento e solidão. A repetição da frase 'Eu não sou daqui' sugere um sentimento de alienação e desconexão com o lugar onde o narrador se encontra. A menção à Bahia e a São Salvador reforça a ideia de que o narrador tem raízes em outro lugar, mas está distante de sua terra natal.
A figura do marinheiro é central na canção, simbolizando alguém que está sempre em movimento, sem um lugar fixo para chamar de lar. A repetição de 'Marinheiro Só' enfatiza a solidão inerente à vida de quem vive no mar, longe de casa e de amores. A pergunta 'Quem te ensinou a nadar?' seguida pela resposta 'Ou foi o tombo do navio, foi o balanço do mar' sugere que as habilidades e resiliência do marinheiro foram adquiridas através de experiências difíceis e desafiadoras, reforçando a ideia de que a vida no mar é dura e solitária.
A descrição do marinheiro 'todo de branco' e 'com seu bonezinho' traz uma imagem visual forte, quase icônica, que pode ser vista como uma representação da pureza e da simplicidade, mas também da uniformidade e da falta de individualidade. A música, com sua melodia repetitiva e hipnótica, reflete a monotonia e a rotina da vida no mar, ao mesmo tempo em que evoca um sentimento profundo de saudade e desejo de pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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