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The Last Hour Of Ancient Sunlight

Draconian


The Last Hour Of Ancient Sunlight

Black is the sunlight shimmering below
it flows through life and the guilt we share
Our sorrow, it cuts through the undergrowth
as we abandon this ravenous Earth alone

The zeitgeist dimmed the surface and seized the soul
Our Mother wept behind the fence
and we drained her blood, then forgetting her face
and hide from everyone

to breathe, to conquer
to linger, to utilize the ignorant herd

In rapture from nature we divorce
like orphans by desire
from this closing light

The bewildered sleep
the shadowy voyager is lurking
he's in the flesh of landscapes vaporous
The vacant, untiring Sovran of old
He's the machinery; igniting the paralyzed soil

We took the blood of the earth
and fell in love with death
with life itself as an excuse

Black is the sunlight shimmering below
it flows through life and the guilt we share

We're hiding in chorus as starry eyes close
and seasons part in farewell
'cause we drained her blood, then forgetting her face
to hide from everyone

The bewildered sleep
the shadowy voyager is lurking
he's in the flesh of landscapes vaporous
The vacant, untiring Sovran of old
He's the machinery; igniting the paralyzed soil

A Última Hora da Antiga Luz Solar

Negra é a luz solar raiando abaixo
Fluindo através da vida e da culpa que partilhamos
Nossa tristeza corta pelo mato
Enquanto deixamos essa Terra voraz sozinha

O Sinal dos Tempos obscureceu a superfície e agarrou a alma
Nossa Mãe chorou atrás da cerca viva
E drenamos seu sangue e esquecemos seu rosto
E a escondemos de todos

Para respirar, para conquistar
Para hesitar, para tirar proveito do rebanho ignorante

No arrebatamento da natureza, separamo-nos
Como órfãos pelo desejo
Dessa luz decisiva

O sono aturdido
O viajante umbroso está à espreita
Está na carne de paisagens nevoentas
O vago, incansável Sovran do passado
Ele é o maquinismo; incendiando o solo imobilizado

Nós pegamos o sangue da Terra
E nos apaixonamos com a morte
Com sua própria vida como pretexto

Negra é a luz solar raiando abaixo
Fluindo através da vida e da culpa que partilhamos

Estamos nos escondendo em coro como fechar de olhos cintilantes
E as estações partem em despedida
Porque drenamos seu sangue e esquecemos seu rosto
E a escondemos de todos

O sono aturdido
O viajante umbroso está à espreita
Está na carne de paisagens nevoentas
O vago, incansável soberano dos velhos
Ele é o maquinismo; incendiando o solo imobilizado

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Composição: Anders Jacobsson / Draconian / Johan Ericson · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por Arthur, Traduzida por Jorge
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