
Lockdown
Duas Caras
Esperança e saudade em tempos de "Lockdown" de Duas Caras
Em "Lockdown", Duas Caras retrata de forma direta o impacto emocional e social do início da pandemia em Lisboa. O verso repetido “Te vejo depois do lockdown” expressa tanto a esperança de reencontrar pessoas queridas quanto a incerteza sobre o futuro, sentimento comum naquele período. O artista traz elementos do cotidiano, como o telefonema da "Madrinha" avisando sobre a "gripe assassina", para mostrar como a notícia do vírus chegou de maneira quase casual, mas logo se tornou uma ameaça real e transformadora.
A letra aborda as consequências práticas do confinamento, citando escolas fechadas, perda de amigos e dúvidas sobre vacinas. Duas Caras também critica a desinformação e as soluções improvisadas, usando ironia em versos como “folhas de eucalipto dizem que é efectivo, apesar do cepticismo” e “os doutores digitais que sabem mais que os cientistas”. A saudade dos entes queridos aparece em “Espero por ti verão, Mana, I miss you” (Espero por você no verão, Mana, sinto sua falta), enquanto a frase “o parlamento até proibiram os beijos” evidencia como até gestos simples de afeto foram restringidos. O pedido final, “Rogo à Deus que me deixe te ver de novo”, resume o tom reflexivo e esperançoso da música, mostrando o desejo de superação e reencontro apesar das dificuldades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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