
GAME
DUDA BEAT
Dinâmicas de poder e ironia em "GAME" de DUDA BEAT
A música "GAME" de DUDA BEAT aborda, de forma irônica, como os jogos emocionais e o desprezo podem ser mais eficazes do que o amor sincero nos relacionamentos. O título faz referência direta ao universo dos videogames, uma inspiração confirmada pela própria artista em entrevistas. Essa conexão reforça o paralelo entre as estratégias dos jogos eletrônicos e as dinâmicas afetivas, onde vencer ou perder depende de movimentos calculados, blefes e inversões de papéis.
A letra revela a frustração de quem ama sem ser correspondido, como no verso “O amor que tanto te cura / É o mesmo que me maltrata”, mostrando que o mesmo sentimento pode trazer tanto alegria quanto sofrimento. A repetição da pergunta “por que o amor não conquista o amor” destaca a perplexidade diante da lógica invertida dos relacionamentos, em que o afeto verdadeiro não garante reciprocidade, mas o desprezo pode despertar interesse. O trecho “Tenho que fingir tanta besteira / Que eu não gosto de você / Que eu não me importo com você” evidencia o jogo de dissimulação, comum tanto nos relacionamentos quanto nos videogames, onde esconder as verdadeiras intenções é uma estratégia para evitar vulnerabilidade. A leveza e a ironia presentes na música tornam a crítica à superficialidade dos jogos amorosos mais acessível, sem perder a profundidade da reflexão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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