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Duas Versões

Duda Bertelli

Versatilidade e identidade em "Duas Versões" de Duda Bertelli

"Duas Versões", de Duda Bertelli, destaca a capacidade da artista de transitar entre diferentes ambientes sem perder sua autenticidade. O verso “Às vezes chego de rebaixadão / Às vezes na caminhonete” mostra como ela se adapta tanto ao universo urbano quanto ao rural, refletindo sua experiência entre a cidade e o mundo dos rodeios. O contexto do EP "Som de Arena", inspirado pela Festa do Peão de Barretos, reforça essa ligação com a cultura sertaneja e country pop, ao mesmo tempo em que incorpora elementos modernos e urbanos.

A repetição de “Na cidade eu tô de um jeito / Nos rodeio eu tô de outro” reforça que, apesar das mudanças externas, como o estilo de roupa ou o veículo, sua essência permanece intacta: “Eu vivo do mesmo jeito, só muda a roupa do corpo”. A música transmite uma mensagem de autenticidade e orgulho em ser versátil, sem se limitar a rótulos. Além disso, a letra sugere que Duda chama atenção e se destaca em qualquer ambiente, seja “nas capital” ou “nas pecuária”, mostrando confiança e presença marcante. "Duas Versões" celebra a liberdade de ser múltipla e adaptável, conectando diferentes estilos de vida sem abrir mão da própria identidade.

Composição: Danilo Carvalho / Duda Bertelli / João Marcos Gomide Fichman. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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