
Fado Mãe
Dulce Pontes
Relação de cuidado e retribuição em “Fado Mãe” de Dulce Pontes
Em “Fado Mãe”, Dulce Pontes utiliza metáforas ligadas à água, como “fonte”, “rio” e “mar”, para ilustrar o papel fundamental da mãe como origem, proteção e acolhimento. Essas imagens reforçam a ideia de que o amor materno é fonte de vida e segurança. O verso “Quem me dera ser o mar / Para a embalar / E adormecê-la” mostra um desejo de inverter a relação tradicional de cuidado, expressando a vontade de retribuir à mãe o mesmo aconchego e proteção recebidos ao longo da vida.
A canção, marcada pela sensibilidade do fado, cria uma atmosfera intimista e emotiva. Quando a artista menciona o “Sol” nos olhos da mãe como “minha janela”, ela sugere que a mãe é fonte de luz e orientação. O desejo de “agasalhar-lhe o peito em minha mão” e de protegê-la do “vento, a chuva, a mágoa, a solidão” revela gratidão e a intenção de amparar quem sempre cuidou. Assim, “Fado Mãe” se destaca como uma homenagem sensível, em que o amor filial busca retribuir, com igual intensidade, o carinho materno.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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