
Elefantes Cor-de-Rosa
Dumbo
Surrealismo e confusão em “Elefantes Cor-de-Rosa” de Dumbo
A música “Elefantes Cor-de-Rosa”, de Dumbo, aborda de forma divertida e surreal o tema das alucinações, usando a imagem inusitada de elefantes coloridos para transmitir confusão e desorientação. O verso “Parece até, parece até / Que tou ficando lelé” mostra claramente o estranhamento do personagem diante do que está vendo, reforçando o clima de sonho e dúvida sobre a própria sanidade. O contexto cultural explica que “ver elefantes cor-de-rosa” é uma metáfora clássica para alucinações causadas pelo álcool, o que se conecta diretamente à famosa cena do filme “Dumbo”, em que os personagens, após beberem álcool sem querer, começam a enxergar essas criaturas fantásticas.
A letra brinca com a transformação dos elefantes, como em “Com listra colorida, sim / Parece com Arlequim” e “Parece até que são bolhas de sabão”, misturando imagens visuais e sensações que remetem ao surrealismo de Salvador Dalí, citado como inspiração para a sequência. O uso de repetições e sons como “ra-pa-pa-pa-pa” cria uma atmosfera hipnótica e desconcertante, reforçando que a experiência é mais sensorial do que lógica. No final, a multiplicação dos elefantes (“Um elefante, dois elefantes / Três, quatro, seis em dez / Elefantes em profusão”) intensifica a sensação de perda de controle e mergulho em um universo onde o absurdo e o encantamento visual dominam.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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