
Vídeo Clip
Grupo É D+ (Pagode)
Memória e solidão em “Vídeo Clip”, do pagode romântico
Em “Vídeo Clip”, do Grupo É D+ (Pagode), o motor do desejo não é só o encanto imediato, mas a carência confessada em “Talvez seja essa eterna solidão”. A imagem do “vídeo clip” traduz a mente em replay: “Tua imagem na parede / Surgiu como um vídeo clip, não posso conter”. O primeiro encontro acende algo que o eu lírico não sabia nomear — “Teu sorriso veio me dizer / Coisas que eu nem percebi” — e ilumina um cotidiano vazio: “iluminou meu coração”. A ideia de mídia que repete a cena reforça como a lembrança vira fantasia insistente, pedindo passagem para se tornar presença real.
Daí nasce o plano do reencontro. O desejo ganha forma explícita em “Só quero ter você pra mim… Quando te ver pela segunda vez” e na urgência confessa de “De te ver mais uma vez nem sei por quê”. Há doçura e também traços de posse — “Nosso carinho vai ser assim” —, traço comum do pagode romântico quando a idealização é acelerada pela solidão. Assinada por Antonio Carlos Lino e Luiz da Silva Souza, a canção organiza esses temas em imagens simples e diretas: o “clipe” passando em repetição, a luz acesa no peito e a aposta de que a segunda vez confirmará “o amor me fez”, isto é, que o sentimento já transformou quem canta e pede para virar realidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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