
Tribotchan
É o Tchan
Humor e brasilidade histórica em “Tribotchan” do É o Tchan
A música “Tribotchan”, do É o Tchan, faz uma releitura bem-humorada da história do Brasil ao imaginar Pedro Álvares Cabral se apaixonando por uma índia baiana, encantado pelo seu gingado e pela dança. A letra brinca com o passado, misturando personagens históricos como o cacique, o pajé e o curandeiro, todos admiradores da dança da índia, o que reforça o clima de festa coletiva e descontração. O tom irreverente é marcado pela repetição de versos como “Eu quero ver a índia mexer” e pela criação de palavras como “Tchancurú”, “Tchanxegô” e “Catchanbá”. Essas expressões inventadas não têm significado literal, mas funcionam como onomatopeias que remetem ao movimento do corpo e à batida contagiante da música, elementos característicos do grupo.
A canção também inverte a lógica tradicional da colonização ao afirmar “Do Brasil a Portugal, sambando foi Cabral”, sugerindo que o conquistador português foi influenciado e “contaminado” pela cultura local. O refrão “Vou traduzir / Na cabeça, no joelho / No peitinho, No bumbum / Barriguinha, cinturinha / Essa índia ainda mata um” destaca a sensualidade e o carisma da personagem principal, mas sempre com leveza e humor, sem apelar para a vulgaridade. No geral, “Tribotchan” celebra a dança, a mistura cultural e a alegria, usando a história como pano de fundo para exaltar o corpo, o movimento e a brasilidade de forma divertida e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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