
Roubando Livros
Ebony
Superação e identidade feminina em "Roubando Livros" de Ebony
Em "Roubando Livros", Ebony utiliza a repetição de "Baixada é cruel" para enfatizar as dificuldades vividas na Baixada Fluminense. Essa frase funciona como um lembrete constante do ambiente hostil que influenciou sua trajetória. O verso "não tinha dinheiro, então, criança, eu roubava livros" ganha destaque ao mostrar que o ato de roubar livros vai além de uma confissão: é um símbolo de resistência e da busca por conhecimento em meio à falta de recursos. Ebony deixa claro que sua formação intelectual e artística foi conquistada com esforço, mesmo diante das adversidades do cotidiano.
A música também questiona os estereótipos de gênero no rap, especialmente quando Ebony afirma: "eu sei que é confuso, uma garota é o melhor rapper vivo". Essa linha desafia o machismo presente no gênero e evidencia sua autoconfiança e a necessidade de se afirmar em um espaço majoritariamente masculino. Ao abordar temas como traições e deslealdades — "quantos já tentaram derrubar, dizendo ser amigo?" —, Ebony revela as dificuldades de confiar nas pessoas ao seu redor, mas também destaca sua resiliência e capacidade de superar obstáculos. Com um tom direto e realista, a letra transforma "Roubando Livros" em um manifesto de superação, autenticidade e afirmação de identidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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