
Samurai
Ed Motta
A entrega emocional e a dualidade em “Samurai” de Ed Motta
Em “Samurai”, Ed Motta interpreta uma composição de Djavan que utiliza a figura do samurai não como símbolo de força ou combate, mas como metáfora para a entrega e o serviço voluntário ao amor. A letra subverte a imagem tradicional do guerreiro ao destacar a rendição diante da paixão. Isso fica claro no trecho: “Cai nos pés do vencedor / Para ser o serviçal / De um samurai”, que mostra que o verdadeiro poder está em se deixar dominar pelo sentimento, mesmo que isso envolva sofrimento ou submissão.
A música explora a intensidade e a dualidade do amor, capaz de ferir e afagar ao mesmo tempo, como nos versos: “Me faz sofrer / Faz que me mata / E se não mata fere...”. A melodia suave e reflexiva, especialmente na versão de Ed Motta, reforça essa oscilação entre dor e prazer, trazendo elementos de jazz e funk que ampliam a sensação de entrega emocional. A referência ao luar que “ilumina as trevas fundas da paixão” sugere que, mesmo nos momentos mais difíceis, existe beleza e luz no sentimento vivido. No final, a frase “Mas eu tô tão feliz!” mostra que, apesar dos riscos e da submissão, o amor é visto como uma experiência transformadora e desejada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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