
De Menor
Ederaldo Gentil
Humildade e grandeza em "De Menor" de Ederaldo Gentil
Em "De Menor", Ederaldo Gentil utiliza a autodefinição como "o menor dos pequeninos" e "o mais pobre dos plebeus" para valorizar a humildade como uma força, e não como sinal de fraqueza. Essa abordagem, presente em várias obras do artista, transforma a simplicidade e o desapego material em pontos de partida para uma verdadeira grandeza. A música sugere que felicidade e plenitude não dependem de status social ou posses, mas sim de virtudes como bondade e generosidade.
A letra constrói uma identidade marcada pela modéstia, como nos versos: "O alheio inquilino / O mais baixo pigmeu / O comum do singular / O último dos derradeiros". Esses trechos mostram alguém que se coloca à margem das hierarquias sociais, mas que encontra nisso uma fonte de orgulho e realização. Quando Gentil afirma "Eu sou maior / De lampejos de brandura / Da angélica candura / Dos mistérios do amor", ele indica que a verdadeira grandeza está na bondade, mansidão e capacidade de amar. O trecho "Sou bem maior / Que os pinheirais de humildade / Pelos campos da bondade / Eu sou a felicidade" reforça a ideia de que a felicidade nasce da humildade e da generosidade. Assim, a música propõe uma reflexão sobre o valor das pequenas coisas e das virtudes simples, alinhando-se à sensibilidade social e existencial que marca a trajetória do compositor baiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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