
O Ouro E A Madeira
Ederaldo Gentil
Humildade e essência em “O Ouro E A Madeira” de Ederaldo Gentil
Em “O Ouro E A Madeira”, Ederaldo Gentil desafia a ideia tradicional de valor ao destacar a importância do que é simples e discreto. Ele utiliza versos como “Não queria ser o mar / Me bastava a fonte” e “Muito menos ser a rosa / Simplesmente o espinho” para mostrar que, muitas vezes, o essencial está no que é modesto, não no que chama atenção. Essas escolhas reforçam uma reflexão sobre humildade e autenticidade, sugerindo que a verdadeira riqueza pode estar em ser apenas “o momento” ou “a canção”, e não necessariamente “a vida” ou “o concerto” inteiro.
O refrão “O ouro afunda no mar / Madeira fica por cima / Ostra nasce do lodo / Gerando pérolas finas” é fundamental para o sentido da música. Aqui, Gentil contrapõe elementos valiosos e humildes da natureza para questionar aparências e valores superficiais. O ouro, símbolo de riqueza, afunda e desaparece, enquanto a madeira, simples, permanece à vista. Da mesma forma, a ostra, mesmo surgindo do lodo, consegue criar algo precioso. Com essas imagens, o artista propõe uma valorização da essência e da resiliência, mostrando que o verdadeiro valor pode estar onde menos se espera. A canção convida o ouvinte a refletir sobre o que realmente importa, celebrando a força e a beleza do que é singelo e resistente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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