
Cavalgada
Edigar Mão Branca
Tradição e alegria sertaneja em “Cavalgada” de Edigar Mão Branca
Em “Cavalgada”, Edigar Mão Branca celebra a tradição sertaneja da Bahia com uma abordagem leve e bem-humorada. O verso repetido “É hoje que eu não chego lá em casa” mostra como a cavalgada é um evento tão envolvente que faz as pessoas deixarem de lado as obrigações do dia a dia. O convite para “arrear o seu cavalo amigo e amiga” reforça o clima de festa coletiva, típico das celebrações do interior baiano, onde a cavalgada vai além de um simples passeio: é um momento de encontro, amizade e descontração.
A letra destaca a inclusão ao mencionar diferentes montarias, como “bom cavalo, de um burrico ou de um jumento”, mostrando que todos são bem-vindos, independentemente do animal que montam. Edigar Mão Branca compôs a música como uma homenagem à cultura sertaneja, valorizando o espírito comunitário e a alegria desses encontros. A cavalgada aparece como uma espécie de “terapia”, um escape das preocupações diárias, onde diversão, churrasco, bailão e cerveja fortalecem os laços entre amigos. O refrão “Cavalgar é amizade, cavalgar é alegria” resume o sentimento de pertencimento e felicidade que a música transmite, celebrando a paixão pelo cavalo e a cultura regional de forma contagiante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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