
Gabiraba
Edigar Mão Branca
Humor e cotidiano sertanejo em "Gabiraba" de Edigar Mão Branca
Em "Gabiraba", Edigar Mão Branca utiliza a repetição da palavra-título como um bordão que reforça o ritmo animado do forró e cria uma atmosfera descontraída, típica das festas do Nordeste. A letra mistura humor, desejo e saudade, trazendo expressões regionais e situações do cotidiano sertanejo. Um exemplo é o verso “Meu chapéu caiu Gabiraba, meu amor 'panhou' Gabiraba”, que remete a cenas simples e afetivas do interior.
O duplo sentido aparece de forma leve e bem-humorada, como no pedido de beijo “na ponta da mama, que é lugar que não tem osso”, trazendo malícia sem perder a leveza. A música também aborda sentimentos de tristeza e saudade, como em “Alegria isso eu não tenho Gabiraba, tristeza comigo mora Gabiraba”, mostrando a oscilação emocional do personagem. Elementos da natureza, como o coqueiro e a limeira, aparecem como símbolos do ambiente rural e servem de metáforas para o amor e o desejo, especialmente em “Pegue na lima com jeito Gabiraba, que dentro da lima eu vou Gabiraba”. Ao valorizar essas imagens e expressões, Edigar Mão Branca celebra a cultura nordestina e traduz as emoções do povo sertanejo de forma acessível e cheia de vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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