
Eu sou mesmo forrozeiro
Edigar Mão Branca
Orgulho nordestino e autenticidade em "Eu sou mesmo forrozeiro"
"Eu sou mesmo forrozeiro", de Edigar Mão Branca, destaca o orgulho do artista por suas raízes sertanejas, mesmo após assumir o cargo de deputado federal. No verso “Na tribuna do congresso brasileiro / Saiba que sou um homem da roça / Orgulhoso de ter nascido vaqueiro”, Edigar deixa claro que, apesar de estar em Brasília e usar terno e gravata, não se afasta de sua identidade nordestina e do forró tradicional. O contexto da carreira do artista, sempre voltada à defesa da cultura do interior, reforça que a música é uma reafirmação desse compromisso com suas origens.
A letra também questiona as formalidades e hierarquias do ambiente político. No trecho “Vossa excelência que nada / Eu sou mesmo é forrozeiro”, Edigar rejeita títulos e tratamentos formais, preferindo ser chamado de “companheiro”, “amigo” ou “camarada”. Isso aproxima sua imagem do povo e valoriza a simplicidade. Ao afirmar “A caneta na escola era a inchada”, ele mostra que sua formação veio do trabalho no campo, valorizando a sabedoria popular em vez do conhecimento acadêmico. A música transmite orgulho, humildade e autenticidade, ressaltando a importância de manter as raízes e a verdade pessoal, mesmo diante das exigências do poder.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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