
Bufa de Anum
Edigar Mão Branca
Humor e saudade no sertão em “Bufa de Anum”
Em “Bufa de Anum”, Edigar Mão Branca utiliza a expressão popular como metáfora para a rapidez com que o amor pode desaparecer. A escolha do termo, típico do Nordeste, traz um duplo sentido: além de ser uma gíria divertida, representa algo que some sem deixar vestígios. O artista usa essa imagem para falar sobre a efemeridade dos sentimentos, mostrando que o amor pode acabar de repente, deixando apenas saudade e sofrimento.
A letra aborda o abandono amoroso com bom humor e linguagem popular, evitando o tom de lamento exagerado. O personagem sofre, sente remorso, perde o sono e muda seu comportamento, mas tudo é narrado de forma leve, com expressões regionais que valorizam a cultura do sertão. Ao repetir “quando é que um homem chora? É quando o amor que ele tem vira bufa e vai embora”, a música mostra que até o homem mais forte se desmancha diante da perda. Assim, “Bufa de Anum” transforma a dor em algo compartilhável e até motivo de riso, destacando a criatividade do forró em tratar temas sérios com leveza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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