
Paranoia (part. MC Sombra)
Edi Rock
A tensão urbana e social em “Paranoia (part. MC Sombra)”
Em “Paranoia (part. MC Sombra)”, Edi Rock explora como a sensação de paranoia se tornou parte do cotidiano de quem vive a noite em São Paulo. A repetição de “às vezes é noia, às vezes é noia” mostra que esse sentimento não é passageiro, mas constante, atravessando diferentes bairros como Madalena, Jardins e Tatuapé. Isso evidencia que a insegurança e o medo não se limitam a uma única região, mas fazem parte da experiência urbana em toda a cidade.
A letra traz imagens diretas do cotidiano, como “boca de lobo sobra os lixos” e “o asfalto cheira traição e droga sintética”, misturando realidade e metáforas para reforçar o clima de ameaça. O videoclipe complementa essa atmosfera ao usar símbolos como cobras e lobos, representando perigo e tentação. MC Sombra aprofunda a crítica social ao citar “Combatemos nas quebradas a necropolítica”, denunciando a violência do Estado e a negligência nas periferias. O verso “O estado usa os louco como esquema / Ideias delirantes, plano genocida em cena” deixa claro que a paranoia é coletiva, alimentada por políticas públicas que marginalizam e colocam vidas em risco. Assim, a música vai além do retrato da noite paulistana, tornando-se um comentário sobre sobrevivência e resistência diante do caos urbano e da opressão social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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