
Canoeiro
Edilson Moreno
Rios, amor e rotina em "Canoeiro" de Edilson Moreno
Em "Canoeiro", Edilson Moreno retrata a vida dos ribeirinhos da Amazônia, destacando a rotina e a identidade de quem depende dos rios para viver. A repetição do verso “Sou canoeiro eu sou, vou descendo o rio a remar” reforça não só o orgulho do protagonista, mas também a persistência e o ritmo diário de quem navega pelas águas. A letra transforma a travessia dos grandes rios amazônicos – como Amazonas, Araguaia, Guamá, Xingu e Tapajós – em símbolo da jornada pessoal do canoeiro, que rema movido pelo desejo de reencontrar seu amor e pela forte ligação com a natureza.
O contexto da música valoriza os rios como caminhos essenciais para a vida e a cultura na Amazônia. Ao citar os principais rios da região, Edilson Moreno amplia o significado da viagem do canoeiro, mostrando que cada remada representa tanto o esforço do trabalho quanto a esperança de um reencontro afetivo. Versos como “vou bem ligeiro remando sem parar” e “remando eu vou pra ver o meu amor” evidenciam a dedicação e a motivação do personagem. A simplicidade e a leveza da canção aproximam o ouvinte da realidade ribeirinha, celebrando a força dos sentimentos e a importância dos rios na vida cotidiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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