HADEGEL SHELI
Edna Lev
Memória e identidade em "HADEGEL SHELI" de Edna Lev
Em "HADEGEL SHELI", Edna Lev utiliza a figura da avó como narradora para criar uma ponte afetiva entre gerações, mostrando como as histórias pessoais se conectam à construção coletiva de Israel. O cenário do banco no jardim, onde a avó compartilha lembranças de antes da fundação do Estado, traz um tom nostálgico e destaca a importância da transmissão oral das experiências de pioneirismo e defesa da terra. As referências aos assentamentos, torres de vigia e noites de proteção evocam o contexto histórico da formação do país, ressaltando o papel fundamental das mulheres e das famílias na consolidação da identidade nacional.
O refrão, com o verso “Hadegel sheli hu kachol velavan” (Minha bandeira é azul e branca), usa as cores da bandeira israelense como símbolo de continuidade e pertencimento, conectando passado, presente e futuro (“Etmol hayom vegam machar” / Ontem, hoje e também amanhã). A comparação das cores ao mar e ao deserto reforça a ligação com a paisagem e a diversidade do território. A canção, tradicionalmente dançada em círculo, sugere união e coletividade, valores centrais na cultura israelense. A repetição da frase “Asur lishkoach et hamangina” (Não se deve esquecer a melodia) reforça a importância de preservar a memória e a tradição, transformando a música em um tributo à história e à identidade do povo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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