
Varal
Ednardo
Cotidiano e melancolia em “Varal” de Ednardo
Em “Varal”, Ednardo utiliza imagens simples do cotidiano, como roupas penduradas ao vento e o som da rua, para transmitir a sensação de monotonia e a passagem repetitiva do tempo. A repetição desses elementos mostra como a rotina pode ser opressora e sem grandes expectativas. O verso “E no dia a mesma espera / De nada esperar um dia” resume esse sentimento de estagnação, reforçando a ideia de que a música foi inspirada pela observação da vida diária e da repetição dos dias.
O calendário na parede, que marca “outro dia”, serve como um lembrete constante da passagem do tempo, mas sem trazer novidades ou mudanças, apenas a continuidade de dias “tão normal, tão normal”. Elementos como o “umbral da porta já torta” e o “sombrio olhar” sugerem um ambiente desgastado, tanto física quanto emocionalmente. Quando Ednardo menciona “coisas mortas / Que ninguém virá velar”, ele faz referência a sonhos e sentimentos esquecidos, reforçando o tom melancólico da canção. Pequenos acontecimentos do dia a dia, como “o assovio, o assalto, o assunto a semana inteira”, são apresentados como parte de uma rotina que se repete e se esvazia, compondo um retrato sensível da vida comum e de sua carga emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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