
Pastoril
Ednardo
Tradição e sensualidade nordestina em “Pastoril” de Ednardo
Em “Pastoril”, Ednardo explora a tradição das festas populares nordestinas, trazendo à tona tanto o lado lúdico quanto o sensual dessas celebrações. O verso “sacode a barra da saia que eu te vejo por inteira” mostra como o artista utiliza a dança do Pastoril para expressar sensualidade de forma sutil, indo além do aspecto religioso e destacando o encanto das apresentações. Ao citar “papel seda, flor do mato e cetim”, Ednardo faz referência direta aos materiais usados nos figurinos e adereços típicos do Pastoril, valorizando a riqueza visual e artesanal dessa manifestação cultural.
A letra é marcada por imagens sensoriais e naturais, como “mel da Jandaíra”, “cheiro à flor de mangueira” e “chuva de luz no dourado”, que ajudam a criar uma atmosfera leve e festiva, típica das festas populares do Nordeste. Expressões como “meu anjo solto no espaço” e “constelações de luz” ampliam o significado da celebração, misturando o sagrado e o profano, o cotidiano e o mágico. Dessa forma, Ednardo transforma o Pastoril em uma experiência sensorial e afetiva, ressaltando a beleza visual e a emoção coletiva, e reafirmando seu compromisso com a preservação e divulgação da cultura nordestina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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