
Maresia
Ednardo
Leveza e efemeridade no litoral em “Maresia” de Ednardo
A música “Maresia”, de Ednardo, explora a relação entre o ambiente litorâneo do Ceará e a atmosfera do Carnaval, criando uma sensação de leveza e transitoriedade. A maresia, mencionada em “E a maresia que molhou a minha pele / Rimou com a canção pra este carnaval”, funciona como metáfora para experiências intensas, porém passageiras, como o amor e a própria festa. Ednardo reforçou essa conexão ao apresentar a canção no Carnaval de Fortaleza, destacando sua importância para a cultura nordestina e o contexto festivo.
A letra também reflete sobre a incerteza da vida e a valorização do presente, especialmente nos versos “Nada me resta a não ser tua beleza / E a incerteza do que vai ser de mim”. O convite para deixar de lado “essas coisas sérias” e cantar sugere um olhar contemplativo e nostálgico, característico das composições de Ednardo. No trecho final, “Cuidado que a morte abriu a janela / Hoje mesmo eu passei por ela / E vim depressa te dizer”, surge uma sensação de urgência e consciência da finitude, incentivando a aproveitar o momento e os sentimentos enquanto é possível. Os arranjos de Hareton Salvanini e a viola de 10 cordas de Manassés reforçam o clima regional, tornando “Maresia” um clássico atemporal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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