
Lei do Engano
Edson Gomes
Crença e crítica religiosa em "Lei do Engano" de Edson Gomes
Em "Lei do Engano", Edson Gomes aborda de forma direta o debate entre reencarnação e ressurreição, temas presentes em diferentes tradições religiosas. Logo no início, ele cita: “Eu ouço dizer por aí / Que já vivi tantas vidas / E vou viver ainda”, mostrando como a ideia de múltiplas vidas é popular. No entanto, o artista rapidamente se posiciona contra essa crença ao afirmar: “Quem falou já morreu / E não voltou ainda / É lei do engano / Lei da mentira”, deixando claro seu alinhamento com a doutrina cristã, que defende a ressurreição como verdade central, em oposição à reencarnação.
A música também faz uma crítica ao conhecimento humano e suas limitações diante dos grandes mistérios da existência. Isso aparece em versos como: “Os homens pensam que sabem / Não sabem nada não”. Edson Gomes amplia essa crítica ao mencionar ciência, filosofias e idolatrias: “Vejo a ciência / Vejo filosofias / Também vejo a loucura / Dessa idolatria”. Para ele, essas buscas não oferecem respostas plenas para o sofrimento e o sentido da vida. O refrão reforça a mensagem central: “Quem crer no Cristo / Já tem a vida / Quem não crer no Cristo / Não sabe ainda”, sugerindo que a fé cristã é o caminho para a verdadeira compreensão e esperança. Assim, "Lei do Engano" propõe que a promessa de ressurreição em Cristo é a resposta definitiva para as inquietações humanas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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