
Meus Direitos
Edson Gomes
Reivindicação e ancestralidade em "Meus Direitos" de Edson Gomes
Em "Meus Direitos", Edson Gomes faz um apelo direto à ancestralidade africana e denuncia a exclusão social enfrentada pela população negra no Brasil. A repetição de "Oh, mamãe África" reforça a ligação com as raízes africanas e expressa um lamento coletivo diante do racismo e da marginalização. O artista evidencia que, mesmo após séculos de presença no país, os descendentes de africanos ainda são privados de direitos fundamentais, como mostra nos versos: "Sem ter educação / Sem ter oportunidade / Sem ter habitação / Sem ser membro da sociedade".
A música se apoia em um contexto histórico e social marcado pela desigualdade, destacando a incoerência e a prepotência de uma sociedade racista, como nos versos: "Somos alvo da incoerência / Vítimas da prepotência / Dos racistas". O refrão, "Quero meu direito de crescer na vida / Quero sim / Quero meu direito de vencer na vida", transforma a canção em um manifesto por dignidade, igualdade e reconhecimento. "Meus Direitos" é frequentemente associada a discussões sobre violações de direitos, especialmente de pessoas em situação de rua, e amplia seu significado ao abordar a luta por pertencimento e respeito. Assim, a música se consolida como um símbolo de resistência e afirmação da identidade negra no Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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