
Babylon Vampire
Edson Gomes
Resistência espiritual e crítica social em “Babylon Vampire”
Em “Babylon Vampire”, Edson Gomes utiliza a metáfora da Babilônia para simbolizar sistemas opressivos e influências negativas presentes na sociedade, uma referência comum no reggae e recorrente em sua obra. Logo no início, ao cantar “Moro na Babilônia / Mas não sou daqui”, o artista expressa um sentimento de não pertencimento e resistência: ele vive em meio a uma sociedade corrompida, mas não se identifica com seus valores nem se submete às suas regras. Essa postura é reforçada nos versos “Não dobro meus joelhos / Diante de imagens / Não sigo seus conselhos / Nem meu Deus é estrangeiro”, onde rejeita tanto a idolatria quanto a imposição de crenças externas, criticando a alienação religiosa e a perda de identidade cultural.
A música também traz uma referência direta aos ensinamentos de Jesus, quando o narrador relata ter encontrado “um certo Senhor” que lhe ensinou princípios como “Não matai, filho / Não roubai, filho / Não condenai, filho / Não julgai”. Isso reforça a ideia de que a verdadeira orientação vem de valores espirituais autênticos, e não das estruturas opressoras da Babilônia. A repetição de “Jesus é luz” serve para contrapor a escuridão e a corrupção do ambiente em que vive. O termo “Babylon Vampire” sugere que essas forças opressoras são parasitárias, sugando a energia e a vitalidade das pessoas, o que intensifica o tom de alerta e resistência espiritual presente na canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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