
Serpente
Edson Gomes
Crítica social e alerta em "Serpente" de Edson Gomes
Em "Serpente", Edson Gomes utiliza diferentes espécies de cobras – como jararaca, cascavel, jaracuçu e naja – para mostrar que a traição e a maldade não são características de uma única pessoa, mas sim comportamentos presentes em vários tipos de pessoas na sociedade. A metáfora da serpente, tradicionalmente ligada à traição e ao perigo, é usada para criticar atitudes marcadas pela falsidade, manipulação e pelo chamado "veneno moral". Esses temas são frequentes na obra do artista, que costuma abordar questões sociais e comportamentos nocivos.
A letra tem um tom de alerta e desconfiança, como fica claro em versos como “Teu veneno é cruel, és uma cobra, és fatal” e “A serpente gerou o mal”. O eu lírico demonstra arrependimento por não ter percebido antes a verdadeira natureza da pessoa a quem se dirige, destacando o impacto negativo de conviver com alguém "tão ruim, tão sagaz". Ao repetir “és a serpente própria”, Edson Gomes reforça que o mal não é apenas algo externo, mas faz parte do caráter da pessoa retratada. Essa crítica pode ser entendida tanto em um nível pessoal, como um alerta sobre relações tóxicas, quanto em um contexto mais amplo, refletindo sobre pessoas ou sistemas corruptos e perigosos na sociedade. Assim, a música se conecta à tradição do reggae de denunciar injustiças sociais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Edson Gomes e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: