
Ovelha
Edson Gomes
Identidade e resistência em "Ovelha" de Edson Gomes
Em "Ovelha", Edson Gomes aborda o sentimento de ser a "ovelha negra da família" de forma direta e confessional. A repetição da frase "Eu também sou a ovelha negra da família" mostra não só a sensação de não se encaixar, mas também uma aceitação – e até certo orgulho – desse papel de quem foge às expectativas familiares. A expressão destaca a diferença e o desajuste em relação aos padrões impostos pelo grupo familiar, algo que muitos podem reconhecer em suas próprias experiências.
A letra explora o desânimo e a alienação de quem se sente deslocado, como nos versos "Há dias na vida que a gente pensa que não vai conseguir" e "Há dias na vida que a gente pensa em desistir". Esses trechos revelam momentos de crise pessoal, em que o desejo de sumir ou se afastar é forte. O personagem demonstra distanciamento emocional, inclusive de pessoas próximas, como em "Nem mesmo a namorada, que me deu o coração". Ao afirmar "Vou por aí, vou mesmo assim, vou caminhar", ele expressa a busca por liberdade e autonomia, mesmo que isso signifique se afastar dos laços familiares e afetivos. Essa busca por um caminho próprio, apesar do medo e da preocupação dos outros, é um tema recorrente na obra de Edson Gomes, que frequentemente discute identidade, resistência e os desafios do cotidiano brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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