
Ciranda do mundo
Edu Krieger
A ciranda como símbolo de renovação em “Ciranda do mundo”
Em “Ciranda do mundo”, Edu Krieger usa a ciranda, tradicional dança de roda brasileira, como metáfora para discutir diferentes visões sobre o futuro do mundo. A letra apresenta perspectivas pessimistas, como em “Pela profecia / O mundo ia se acabar”, e conformistas, como “Pelo vagabundo / Deixa o mundo como está”. Em contraste, a visão do “cirandeiro” propõe movimento e transformação: “Pelo cirandeiro / O mundo inteiro vai rodar”. Assim, a música sugere que, ao girar juntos na ciranda, é possível transformar situações negativas em positivas, como mostra o verso “Roda na ciranda / Que é pro mal virar pro bem”.
A canção destaca personagens variados, como “ser humano”, “americano” e “vagabundo”, para mostrar que todos, independentemente de origem ou atitude, fazem parte desse ciclo coletivo. A ciranda, portanto, representa mais do que uma dança: é um convite à participação ativa na mudança do mundo. O ritmo circular e a linguagem leve reforçam a ideia de que, mesmo diante de previsões ruins ou da passividade, sempre existe a chance de recomeçar e direcionar o mundo para um caminho melhor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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