
Frevo de Itamaracá
Edu Lobo
Atmosfera contemplativa e liberdade em “Frevo de Itamaracá”
Em “Frevo de Itamaracá”, Edu Lobo propõe um contraste interessante ao escolher um título que remete ao ritmo animado do frevo, mas apresenta uma sonoridade suave e contemplativa. Essa escolha reforça a intenção de criar uma atmosfera de tranquilidade e conexão profunda com a natureza da Ilha de Itamaracá. Nos versos “Varei o dia, revirei anoite / Clareou de novo e eu ficando lá”, a passagem do tempo parece suspensa, sugerindo uma experiência quase atemporal, onde o contato com o ambiente natural faz o tempo perder o sentido.
A letra destaca a sensação de pertencimento e liberdade, tratando a praia como um verdadeiro “centro do mundo” para quem a vive. Trechos como “No raso, no fundo / No claro, no escuro” e “Na areia, no meio da areia e alegria” mostram como todos os aspectos do lugar – físicos e emocionais – se misturam, criando uma sensação de plenitude. O verso “Pensasse e quisesse faria / Seria o que fosse pra ser” revela um estado de espírito livre, onde desejos e possibilidades parecem ilimitados diante da beleza e serenidade do cenário. O final, “Sonhando acordado, perdido / Com medo do dia acabar”, traz uma nota nostálgica, expressando o desejo de prolongar esse momento de paz e felicidade simples, típico de quem se sente verdadeiramente em casa junto à natureza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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