
Senhora do Rio
Edu Lobo
Cuidado materno e cotidiano em "Senhora do Rio"
"Senhora do Rio", de Edu Lobo, retrata uma cena simples e sensível: uma mulher lava os panos do filho à beira do rio, enquanto José os estende e o menino chora de frio. Essa imagem cotidiana destaca o cuidado materno e a solidariedade familiar, elementos que podem ter inspiração no folclore brasileiro ou na vida rural. O nome José, carregado de simbolismo religioso, pode sugerir uma referência à Sagrada Família, mas também reforça a universalidade da cena, mostrando que esse tipo de afeto e rotina pertence a muitas famílias.
O refrão, "Não chore meu menino / Não chore meu irmão / A faca que corta / Dá golpe sem dor", traz uma metáfora sobre as dificuldades da vida. A "faca que corta" representa os desafios inevitáveis do cotidiano, que, apesar de dolorosos, são parte do crescimento. A letra busca consolar e proteger, mostrando que o sofrimento pode ser enfrentado com ternura e união familiar. Assim, Edu Lobo equilibra a dureza da existência com a delicadeza do afeto, criando uma atmosfera serena e tocante, fiel ao seu estilo lírico.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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