
Vento Bravo
Edu Lobo
Resistência e esperança em "Vento Bravo" de Edu Lobo
Em "Vento Bravo", Edu Lobo utiliza a imagem do vento como símbolo de transformação e resistência diante da opressão. A letra faz referência direta ao período da escravidão no Brasil, especialmente ao mencionar a "lei da Coroa Imperial" e elementos como "argola, ferro, chibata e pau". Esses termos evocam a violência e o controle impostos sobre os escravizados, criando um cenário de medo e repressão. O "pantanal" representa essa calmaria forçada, que é rompida pela chegada do vento bravo, sinalizando o início de uma mudança coletiva.
O vento é descrito como uma força inevitável, comparada a "um sangue novo" e "um grito no ar", reforçando a ideia de renovação e luta. A resistência é apresentada como algo vivo e impossível de ser contido, assim como "correnteza de rio que não vai se acalmar". Quando a letra afirma "vem sem raça e cor, quem viver verá", amplia o sentido da luta, mostrando que a transformação social é para todos, sem distinção. A imagem da "palma verde se avermelhar" sugere o sacrifício e a luta sangrenta necessários para conquistar liberdade e justiça. Assim, o "vento bravo" representa tanto a esperança de mudança quanto o alerta para o preço da resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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