
Eu de Cá, Você de Lá
Eduardo Costa
A saudade e o amor à distância em “Eu de Cá, Você de Lá”
A música “Eu de Cá, Você de Lá”, de Eduardo Costa, retrata com sensibilidade o sofrimento e a intensidade de um relacionamento à distância. Logo no início, a metáfora “saudade é cachaça pura que embriaga o coração” mostra como a ausência do outro se transforma em um sentimento forte e quase incontrolável, algo muito presente nas canções sertanejas. O verso “Eu de cá, você de lá / Solidão passa no meio” reforça a ideia de que, mesmo separados, os dois compartilham a mesma solidão e o mesmo desejo, criando uma conexão marcada pela dor da distância.
A letra também traz um alerta ao próprio coração: “Coração toma cuidado / Com esse jeito de amar / Paixão quando é demais / Uma dia vai machucar”. Aqui, o eu lírico reconhece o risco de se entregar demais ao sentimento, mostrando consciência do sofrimento que pode vir junto com uma paixão intensa. As comparações com a chuva – “Chuva grossa dá enchente / Fina molha devagar / A distância entre a gente / Faz o peito trovejar” – ilustram como a saudade pode ser silenciosa ou avassaladora, dependendo do momento. Assim, Eduardo Costa traduz de forma direta o drama de quem ama à distância, misturando desejo, saudade e esperança, elementos centrais do universo sertanejo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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