
Não Vou Parar de Beber
Eduardo Costa
Humor e resistência em "Não Vou Parar de Beber" de Eduardo Costa
"Não Vou Parar de Beber", de Eduardo Costa, aposta no humor e na irreverência para transformar o consumo de cachaça em motivo de orgulho e diversão. Logo no início, a música desafia o discurso moralista sobre o álcool, como no verso “Se a cachaça mata aos poucos, tô sem pressa de morrer”. Aqui, o cantor brinca com o clichê dos perigos da bebida, mostrando um narrador que não se preocupa com os conselhos e encara a vida de forma leve e desafiadora.
A letra traz expressões regionais e metáforas exageradas, como “tô cuspindo marimbondo” e “tô mastigando abelha”, que ilustram de maneira divertida o estado de embriaguez e aproximam a música do cotidiano popular brasileiro. O trecho “Quem não aguenta bebe leite, pois eu bebo é no gargalo” reforça o orgulho do narrador em beber, enquanto “Sempre durmo com uma linda, ai meu Deus! Mas acordo com uma feia” brinca com as consequências cômicas do excesso de álcool. O refrão repetitivo e frases como “Só vou parar de beber no dia que galinha nascer dente” deixam claro que a intenção da música é celebrar, com bom humor, o prazer de beber e a resistência às críticas, usando a cachaça como símbolo de descontração e liberdade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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