
Pagode em Brasília
Eduardo Costa
Identidade regional e humor em "Pagode em Brasília"
"Pagode em Brasília", interpretada por Eduardo Costa, destaca-se por unir humor cotidiano e referências históricas, criando uma ponte entre o universo rural e a identidade nacional. No trecho “Quem tem mulher que namora / Quem tem burro empacador / Quem tem a roça no mato, me chame / Que jeito eu dou”, a música adota um tom leve e bem-humorado, típico do pagode de viola, ao apresentar soluções criativas para problemas comuns do interior, como o burro teimoso, a lavoura abandonada e a mulher namoradeira. Essa abordagem valoriza a sabedoria popular e a capacidade de lidar com desafios do dia a dia de forma descontraída.
A letra também faz referência a figuras históricas como Rui Barbosa, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, conectando o orgulho regional à história do Brasil e ressaltando a importância de diferentes estados na formação do país. A citação ao “Bazar do Valdomiro em Brasília” como “soberano” reforça o reconhecimento de personagens e lugares que, mesmo não sendo amplamente conhecidos, têm grande valor no contexto local. O refrão, ao mencionar a despedida dos paulistanos e o retorno a Goiás, evidencia o sentimento de pertencimento e a valorização das raízes sertanejas, elementos centrais do pagode de viola criado por Tião Carreiro e homenageado por Eduardo Costa nesta versão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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