
As Paredes Azuis
Eduardo Costa
Memórias e dor após a traição em “As Paredes Azuis”
Em “As Paredes Azuis”, Eduardo Costa utiliza a cor das paredes como símbolo marcante da relação do casal. O azul, escolhido juntos, passa a ser um lembrete constante da história vivida e da traição que levou ao fim do relacionamento. A casa, com seus detalhes físicos, como as paredes e o cheiro no lençol, transforma-se em um espaço onde a dor e a saudade são intensificadas, já que cada elemento cotidiano reforça a ausência da pessoa amada.
A letra é direta ao abordar o término causado pelo adultério, como fica claro no trecho: “Que por fim foi terminar em adultério / Que muita gente chama de traição”. O eu lírico expressa desilusão e abandono, questionando o amor que recebeu: “Me fez gostar assim e me esqueceu / Me fez acreditar sem merecer”. A metáfora das paredes azuis, que antes simbolizava um projeto de vida a dois, agora representa a perda e a solidão. A esperança, antes “verde”, é retirada junto com a felicidade, mostrando como o fim do relacionamento deixa marcas profundas tanto no ambiente quanto nas emoções de quem ficou. A música constrói, assim, um retrato sensível da dor de quem convive diariamente com as lembranças de um amor desfeito pela traição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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