
A Vaca Foi pro Brejo
Eduardo Costa
Crítica social e familiar em "A Vaca Foi pro Brejo"
"A Vaca Foi pro Brejo", de Eduardo Costa, usa o ditado popular do título para retratar o colapso dos valores familiares e sociais, mostrando uma situação considerada sem volta. A expressão reforça a ideia de que o respeito e a ordem nas famílias tradicionais estão se perdendo, algo que os compositores veem como sinal de decadência.
A letra critica diretamente a inversão de papéis dentro de casa, destacando trechos como “O filho parece rei / Filha parece rainha / Eles que mandam na casa”, onde os filhos assumem o comando e os pais perdem autoridade. O sofrimento dos pais, que se esforçam para dar uma vida melhor aos filhos, aparece de forma dramática, especialmente quando o pai morre de desgosto após ser rejeitado pela filha formada. Metáforas como “É um bando de serpente” e “Terreiro que não tem galo / Quem canta é frango e franguinha” reforçam a ideia de desordem e perda de liderança.
No final, o narrador se coloca como alguém que denuncia essas mudanças, dizendo “mato a cobra e mostro o pau”, ou seja, fala abertamente sobre o problema. O contexto do projeto "Pantanal" e a intenção de Eduardo Costa de valorizar a música caipira tradicional dão ainda mais peso à mensagem, que serve como um alerta crítico e nostálgico sobre a transformação dos valores no Brasil rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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