
Beijinho Doce
Eduardo Costa
O poder do afeto em "Beijinho Doce" de Eduardo Costa
"Beijinho Doce", interpretada por Eduardo Costa, destaca como gestos simples podem ter um impacto profundo na vida de alguém. Composta em 1945, a música atravessou gerações e se tornou um clássico, justamente por abordar sentimentos universais de forma direta e acessível. A letra mostra como um beijo pode transformar completamente a experiência amorosa, como no trecho: “Depois que beijei ela / Nunca mais amei ninguém”. Aqui, fica clara a ideia de exclusividade e entrega total ao amor, reforçada pelo tom nostálgico e carinhoso da canção.
A música valoriza o poder do afeto e do contato físico, evidenciado em versos como “Se me abraça apertado, suspiro dobrado / Que amor sem fim”, que expressam a felicidade de estar ao lado de quem se ama. O refrão “Coração quem manda / Quando a gente ama” ressalta que o amor verdadeiro é guiado pelo sentimento, não pela razão. O contexto histórico e cultural de "Beijinho Doce", regravada por diversos artistas ao longo das décadas, mostra como temas como carinho e paixão continuam relevantes, mantendo a canção sempre atual e querida pelo público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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