
Boiadeiro Errante
Eduardo Costa
Solidão e saudade sertaneja em “Boiadeiro Errante”
“Boiadeiro Errante”, interpretada por Eduardo Costa, retrata a solidão e o sacrifício presentes na vida do trabalhador rural que vive longe de casa. O verso “Porque ninguém me espera” destaca o isolamento do protagonista, enquanto a lembrança da “pequena que eu deixei lá em Minas” mostra como a distância e o dever afastam o boiadeiro de quem ama, um tema comum na música sertaneja de raiz.
A letra valoriza elementos tradicionais do campo, como o berrante, a siriema e o ato de conduzir o gado, reforçando a ligação com a cultura do interior brasileiro. Ao regravar a música no álbum “Pantanal”, Eduardo Costa buscou preservar essa atmosfera nostálgica, homenageando a tradição da música caipira. Expressões como “toque o berrante com capricho, Zé Vicente” e a menção ao companheirismo entre os boiadeiros ressaltam a importância da coletividade e da coragem diante das dificuldades do trabalho.
A viagem do personagem, que vai de Minas Gerais a Goiás, enfrentando rios e perigos como as piranhas, ilustra a dureza da rotina, mas também a resiliência e o orgulho de quem vive do campo. Assim, a canção se destaca como um retrato fiel da vida sertaneja, equilibrando saudade, nostalgia e a celebração das raízes culturais brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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